A Paz do Senhor!

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PAZ

25 de fev de 2013


PODE UM HOMEM DIVORCIADO SER PASTOR?
SEGUNDO ANÁLISE BÍBLICA FEITA POR MIM HÁ PELO MENOS 10 RAZÕES PARA A RESPOSTA SER NEGATIVA... 

1. Ele não é exemplo dos fiéis - Em 1 Tm 4:12, Paulo exorta ao pastor Timóteo para que seja "...o exemplo dos fiéis..." O homem que está no segundo, e em até alguns casos, terceiro ou mais casamentos, não pode ser exemplo dos fiéis, por não ser esta a vontade de Deus para o seu povo: Deus odeia o divórcio (Mal 2:16). Os jovens de tal igreja estariam automaticamente, levantando a possibilidade de o seus futuros casamentos, se não derem certo "como o do pastor", o divórcio seria uma opção.
O cristianismo verdadeiro não segue o lema de "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço" (isso cheira hipocresia). O ministério pastoral não é para qualquer um, mas para os que tem condições morais de dar exemplo ( Heb. 13:7).

2. Ele não é irrepreensível - Em 1 Tm 3:2 temos as qualificações para o pastor: " Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível..." A palavra traduzida por irrepreensível usada no texto acima é no grego "anepleptos". Ela aparece 3 vezes no Novo Testamento, a saber: 1 Tim 3:2, 5:7 e 6:14. O significado é sempre o de alguém de quem não se pode falar nada contra, sem mancha, sem culpa inacusável. Independente ser ou não o causador do divórcio (pois nenhum dos dois nunca o são, segundo cada um deles), o homem que passou por esta experiência não se encaixa nas exigências bíblicas e será usado pelo Diabo para escandalizar e envergonhar o evangelho. 
3. Ele não é marido de uma mulher - "Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher... " (1Tim 3:2). A expressão "marido de uma mulher" significa muito mais do que o leitor superficial possa imaginar. O ensino é que a mulher com quem o bispo é casado, é a sua primeira e única! Não tem nada a ver com relacionamentos simultâneos (esposa e amante), o que seria adultério. O que está em jogo é a conduta irrepreensível do pastor no seu relacionamento singular com a sua primeira esposa.
PERGUNTA: Quantas vezes o homem pode ser uma só carne?
4. Ele não tem autoridade para exortar nem aconselhar - Certo pastor, que estava no terceiro casamento, teve a audácia de querer “meter-se na vida de uma pastora por ela ser solteira”, demonstrando sua indignação ao se deparar com colega que estava solteira e livre de qualquer relacionamentos ...Tal falta de coerência me fez lembrar a advertência do Mestre que disse "Ou como dirás ao teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho; estando uma trave no teu" ( Mat 7:5 ). O divorciado não pode pregar numa igreja como pastor, muito menos aconselhar os casais crentes sobre família, porque a sua não é mais exemplo. Se tentar aconselhar estará sendo hipócrita, se não aconselhar estará sendo omisso com o ministério mutilado. Não tem jeito, o cristianismo não funciona segundo palavras vazias, mas com exemplo de vida.  
5. Ele contradiz a própria palavra que prega por exercer, em rebeldia, uma posição para a qual Deus não o permitiu nem o chamou - Quando o pastor sobe ao púlpito para pregar, ele não pode expressar as suas opiniões. Ele tem que entregar uma mensagem que não é a sua. Ele tem que pregar a Palavra de Deus em obediência a Cristo. Se o pregador está em rebeldia no seu viver, ele está desqualificado para pregar. Suas palavras são vazias e sem unção. Não importa o que a igreja pense, o seu líder nessas condições está sem a bênção do Senhor. (1Cor 3:13-15).

6. Ele seria um desastre espiritual a médio e longo prazo para a igreja imatura que o aceitar - A tendência do homem é o pecado, principalmente na área de família e sexo. Na igreja isto também se verifica. Se a liderança não tem os padrões de Deus, a degeneração dos crentes é certa. Pastores não podem ser egoístas, buscando seus interesses para encobrir pecados pessoais.
Nenhuma convenção, a não ser que arranque e pise as páginas da Bíblia, teria autoridade para aceitar um pastor divorciado, ou que tenha passado por 2 ou mais relacionamentos a nível conjugal. Isso se chama rebeldia contra a palavra de Deus, independente do número de votos que homologou a aceitação. O voto da maioria nesse caso não opera a vontade de Deus (Ex.23:2).

7.  Quando alguém assim permanece no ministério, na verdade está se julgando muito importante e indispensável para o trabalho de Deus (Luc. 17:10).

8. Ele destruiu o modelo de compromisso eterno e indissolúvel entre Cristo e a igreja - O relacionamento eterno entre Cristo e os salvos, é comparado com o do marido e esposa cujo compromisso não é para ser quebrado (Ef. 5:22-33).

9. Ele não pode celebrar nenhum casamento - Até que a morte os separe (Rom. 7:2-4, 1Cor 7:39) ? Como pode um pastor proferir os votos conjugais para um casal de noivos , se ele mesmo não cumpriu na sua vida?

10. Ele está contribuindo para a degeneração dos padrões familiares das gerações seguintes - Se pastores, tendo suas famílias dentro dos padrões bíblicos, já sofrem com a desintegração de várias famílias da membrezia, imagine se do púlpito vem o péssimo exemplo do fracasso conjugal. Nesse caso os fundamentos da família estão abalados para as gerações seguintes (Sal. 11:3).

Conclusão – Procuro aqui mostrar como vejo e como a Bíblia se faz entender a situação de um homem que foi chamado para anunciar a palavra de Deus e passou por um plural de “casamentos” – (Inclue-se amásia, por relacionamento a dois, embora também ilícito).
Não cabe a mim condenar, mas aquele que está nessa triste situação deve ter pelo menos o BOM SENSO DE NÃO APONTAR NEM OPINAR SOBRE A VIDA SENTIMENTAL a não ser que lhe seja solicitado.
Tire a TRAVE DE SEUS OLHOS primeiro, e que seus dias sejam de arrependimentos diante do Senhor, por praticar aquilo que Lhe é detestável, pois ELE ODEIA O DIVÓRCIO!
Busque em fervente oração, forças e discernimento para combater as armadilhas do maligno para a destruição da família!

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